a tinta, fresca ou nao, pode servir para colorir todos os muros da cidade, do suburbio, clandestina poe a prova mecanismos securitarios disfarcados de liberdade para acabar de vez com ela a_tinta@hotmail.com
quinta-feira, julho 17, 2008
domingo, julho 06, 2008
O ano da Nêspera
quinta-feira, maio 29, 2008
Nêsperas
A d.Amélia pôs a bandeira das quinas sobre a máquina do café onde nos reunimos às manhãs, antes de entrarmos nas minas em busca de minerais vários. As grutas abrem-se umas a seguir às outras e está tudo aparentemente bem organizado. O tempo tem estado em sintonia connosco. Vário e incerto. Tomara segurar-te na mão para ver se o sol ficava de vez.
domingo, fevereiro 24, 2008
Dias após ter chegado à cidade encontrei-a mais de 10 anos depois enquanto comprava pão. Também naquele Inverno tinha chovido muito. Penso no que estaremos a fazer se nos encontrarmos mais alguma vez.
segunda-feira, janeiro 14, 2008
quarta-feira, dezembro 26, 2007
quinta-feira, novembro 22, 2007
Aqui podíamos entregar-nos a toda a sorte de pensamentos. A melancolia era permitida, incentivada, reconfortante. Não havia gente a fingir-se feliz e isso, só por si, já era uma enorme felicidade.
Havia o receio de que os rigores do Inverno pudessem isolar a montanha e deixar-nos com menos mantimentos ainda do que a quantidade parca que nos anunciava desde o Verão o agudizar da crise. De qualquer forma tirando um ou outro a tranquilidade do hospital era inquebrável como se um grande urso fizesse os preparativos para o magnífico sono.
quinta-feira, novembro 15, 2007
Para além da caspa e de alguma melancolia persistente os exames não detectaram, até
agora, mais nada. O tratamento deve ser feito aqui e como, lá em baixo,
na cidade, pouco nos espera, aguardamos os bons resultados da prescrição
de Outono. Claro que há passeios que se podem fazer. Organizados ou improvisados, em grupo ou isoladamente. Basta que não nos afastemos muito da altitude e dos ares da Montanha, componente imprescindível do tratamento. Também seria difícil afastar-mo-nos tal é a distância que nos separa das últimas aldeias do sopé.