Que mistérios se escondem na Figueira para que em poucos dias as pontas verdes se tenham transformado em mãos de palmas abertas escondendo na sua sombra promessas de frutos?
a tinta, fresca ou nao, pode servir para colorir todos os muros da cidade, do suburbio, clandestina poe a prova mecanismos securitarios disfarcados de liberdade para acabar de vez com ela a_tinta@hotmail.com
domingo, abril 02, 2006
quinta-feira, março 23, 2006
terça-feira, fevereiro 28, 2006
quinta-feira, fevereiro 09, 2006
sábado, fevereiro 04, 2006
sexta-feira, janeiro 13, 2006
segunda-feira, dezembro 26, 2005
Lembrar
Descobri o sítio onde comemos bifanas na noite do velório. Aquele sabor ficou por muito tempo associado ao cheiro da capela. Ainda me lembro do sabor da mostarda no momento em que tentava despedir-me diante do cadáver. A sua morte súbita era um acidente. Éramos demasiado jovens para que fosse mais do que isso.
quinta-feira, dezembro 22, 2005
no meio
A minha casa tem dois lados. Como o coração e a cabeça. De um lado faz sol do outro sombra. De um lado o céu do outro os prédios. De um lado o silêncio do outro os carros. De um lado um vestígio de outros tempos do outro o Tejo. De um lado as árvores do outro o vento. Como eu não posso viver no meio da casa vou ter de encontrar outra.
quarta-feira, dezembro 14, 2005
As árvores lá trás
A figueira ficou nua depois da tempestade. Foram-se as folhas já amarelecidas pelas primeiras chuvas. Mas, ao lado, as tangerinas ficaram cheias e a rebentar de cor.
domingo, novembro 20, 2005
Fim
Não parou de chover. Desde há 10 anos. Quando chove assim é a sério. Não há nada que se suspenda, acontece.
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